Posição das escolas do distrito da Guarda
Na reunião, não apareceram alguns, poucos, Presidentes dos Conselhos Executivos. Pelo que percebi, são os que terão andado à frente das tropas, num aceleradíssimo processo de produção massiva de papéis. Não se reviram nesta necessidade de a maioria dos PCE do distrito da Guarda se reunirem com o seu Representante no Conselho de Escolas.
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Abril 3, 2008, 9:44 pm
Arquivado em: agressão, avaliação, ciências, educação, família, professores contrtados, violência
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Na reunião, não apareceram alguns, poucos, Presidentes dos Conselhos Executivos. Pelo que percebi, são os que terão andado à frente das tropas, num aceleradíssimo processo de produção massiva de papéis. Não se reviram nesta necessidade de a maioria dos PCE do distrito da Guarda se reunirem com o seu Representante no Conselho de Escolas.
Apesar de algumas pequenas divergências de pormenor, a sintonia geral apontava para uma actuação comum a todas as escolas, bem como uma crítica generalizada à complexidade absurda do modelo imposto pelo ME, gerador de tantas dúvidas, tantos imprevistos, tantos remendos. Uma crítica à forma muito pouco profissional e pouco séria com que se pretende, a uma velocidade irreal, implantar um modelo que não foi testado, que não foi comparticipado, e que gera tantas dúvidas na sua aplicação. E, obviamente, que reúne tanto desacordo quanto a alguns pontos.
Uma ideia também parecia ser generalizada: os PCE estavam ali, reunidos, acima de tudo, por causa dos seus professores contratados. A bem dizer, o ME chantageou descaradamente os PCE com a ameaça de desemprego garantido para os professores contratados que não fossem avaliados. Onde chega a baixeza!
Feitas as contas à vida, os PCE do distrito da Guarda decidiram definir uma actuação uniforme, sem contrariar as ordens do ME, ou seja, avançar com o processo de avaliação. Mas, pelos padrões mínimos, ou seja, contemplar apenas dois procedimentos:
1. Preenchimento de uma ficha de auto-avaliação baseada na versão proposta pelo ME, mas com seis dos catorze itens sendo de preenchimento facultativo e com uma pequena alteração na redacção de alguns dos itens. Esta ficha, por se constituir como um mero exercício de auto-reflexão do avaliado, não carece de comprovação documental por parte do avaliado nem de intervenção do coordenador.
2. Preenchimento dos itens A1 e A3 da ficha de avaliação do PCE (anexo XIII) e dos pontos 1, 6 e 7 do anexo XV.
Foi, também, elaborado um calendário comum para os passos necessários à implementação deste processo de avaliação, que culminará com a comunicação do resultado da avaliação até ao dia 15 de Julho.
do site Pedro na Escola
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